quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Almoço! Cobra come lagarto gigantesco em cena aterrorizante

Uma cobra fez um lagarto gigantesco de almoço em uma praia de Albany, na Austrália Ocidental. A cena foi registrada pelos amigos Holly King e Sinead Hart que passavam pelo local. As informações são do tabloide britânico Daily Mail

*Estagiário do R7, com supervisão de Filipe Siqueira

Os amigos contaram como se depararam com a chocante cena

"Holly e eu estávamos fazendo nossa caminhada matinal quando vimos a cobra. Era gigante", afirmou Hart

"Ela já estava com o lagarto na boca", continuou

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"Nós apenas tiramos as fotos e fomos embora", concluiu

Jason Martin é responsável por supervisionar os répteis do local e afirmou que a situação é bastante comum

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"Nossas cobra são costeiras, então é normal vê-las na areia, quase no mar", disse

A cobra foi identificada como uma Pseudonaja affinis, extremamente venenosa e potencialmente letal. Martin aconselhou os visitantes

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"As cobras precisam de espaço. Qualquer interrupção de sua refeição pode causar estresse no animal e essa não é uma situação ideal. Tire as fotos e deixem os animais em paz", concluiu

Já no parque Everglades, na Flórida, policiais estão assustados com um cobra gigantesca "mutante" que pode se tornar, segundo especialistas, o pior predador natural das Américas. Confira a seguir!

Até os policiais do parque Everglades, na Flórida, estão assustados! A cobra píton birmanesa, uma espécie invasora de serpente no local, cruzou com pítons indianas e o resultado é uma espécie híbrida. Essa cobra mutante consegue se adaptar ainda mais à locais diferentes e se tornará "o pior predador natural das Américas", segundo alguns especialistas

A píton birmanesa já considerada uma espécie invasora e perigosa nos Everglades faz tempo

Além de ser gigantesca (pode chegar a 6 metros e 100 kg), ela não tem predadores no Everglades, um dos parques naturais mais importantes dos Estados Unidos

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Ela briga até com os maiores predadores da região: os grandes jacarés

Segundo especialistas, em uma briga entre pítons e jacarés, não existem regras: sempre depende de quão experiente, grande e pesado cada animal é

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O que era um problema pode ficar ainda pior: pesquisadores encontraram exemplares com DNA mestiço entre as espécies birmanesas e indianas

Isso as torna ainda mais perigosas, pela facilidade de adaptação a ambientes ser aumentada

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Tudo porque as pítons birmanesas preferem viver em pântanos e as indianas costumam caçar em locais secos

O medo das autoridades é que elas devorem espécies nativas e desequilibre o ambiente

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Existe também a possibilidade delas se espalharem por outros estados e até em ambientes urbanos

Em seu ambiente natural (no Sudeste Asiático) ela já possui poucos predadores e normalmente só são devoradas por crocodilos muito grandes

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Mas no Everglades os jacarés e crocodilos não são grandes o bastante para sempre fazer frente às pítons

Das 400 cobras capturadas nos últimos tempos por autoridades ecológicas locais, 13 tinham traços genéticos das pítons indianas

As primeiras pítons birmanesas chegaram à região como bichos de estimação

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Mas os donos delas viam o tamanho gigante e se livravam delas pelos arredores dos parques, o que as deixou livres para se espalhar

Além disso, o furacão Andrew, em 1992, 'transportou' cerca de 900 filhotes de um criadouro para o grande pantanal do Everglades

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Essa soma de fatores fez as cobras se espalharem sem qualquer controle

As pítons birmanesas já são caçadas há tempos na região, por caçadores contratados pelo governo

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O resultado foi que caçadores hoje precisam entrar no meio da mata e caçar as cobras

Cerca de 2 mil delas são capturadas e mortas todos os anos com essas técnicas. Os pesquisadores pretendem controlar a população e não exterminar totalmente os animais

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