O médico e escritor escocês ficou eternizado na história do romance policial quando começou a lançar suas histórias sobre o famoso detetive Sherlock Holmes, em meados da década de 1890. Enquanto seu personagem ficou conhecido através dos anos como a personificação da razão e lógica, Doyle sempre foi exatamente o seu oposto, acreditando em forças sobrenaturais e espirituais.
Na virada do século XIX, um período considerado o momento em que o avanço científico foi "abraçado", bem como o renascimento religioso da Inglaterra vitoriana, Doyle aderiu à doutrina que ganhava força.
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