segunda-feira, 11 de outubro de 2021

No século XX, ondas de calor extremo mataram pessoas pelo mundo

Em 2012, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos divulgou dados de que houve mais de 8 mil recordes de temperaturas altas só naquele ano devido a um sistema de alta pressão que se moveu sobre o país entre junho e julho — não é para menos que tudo indicava que o mundo acabaria. Mas não parou por aí.

Em julho de 2018, a NASA anunciou que foi o terceiro mês mais quente desde 1880. Além disso, conforme ressaltou o cientista climático Stefan Rahmstorf, chefe da Análise de Sistema Terrestre do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre Impacto Climático, aquele mês provavelmente foi um dos mais quentes desde o período geológico chamado Eemiano, há cerca de 115 mil anos.

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