O ukulele é um instrumento muito parecido com o cavaquinho — pelo menos no formato — e já provocou a ira de muita gente.
A responsabilidade pela proliferação de malas sem alça tocando este instrumento se deve, em muito, a Eddie Vedder (vocal do Pearl Jam), que passou a incorporar o ukulele em seus shows.
Dali pra frente, tudo quanto é hipster chato do mundo decidiu que era uma boa ideia ter um ukulele e, deste modo, a figura mítica do "cara do ukulele" tomou o temido posto do "fã de Legião com violão" e do "mágico amador" em todas as reuniões de faculdade e, quem tinha juízo, evitava esse tipo de gente.
Agora, isso está para mudar.
Isso porque, sozinha, uma mulher está disposta a recuperar todo o prestígio perdido pelo instrumento.
O nome dela é Taimane — que, em samoano, quer dizer "diamante".
Ela cresceu no Havaí e tocava nas ruas do jeito que toca até hoje: misturando a fúria crua do rock'n'roll e a elegância delicada de uma dançarina.
Um dia, o dono de um show de variedades bem conhecido em Waikiki viu uma performace de Taimane e a chamou para fazer parte de seu elenco.
Aos poucos, ela foi conquistando seu espaço e mostrando que o "diamante" em seu nome brilha ainda mais forte quando ela está no palco fazendo o que faz de melhor — música.
Veja abaixo alguns bons motivos para manter os olhos fixos nesta mulher fantástica.