Durante o século XIX, a medicina presenciou grandes avanços nos estudos cirúrgicos e clínicos graças às análises em corpos dissecados. Porém, essa evolução teve um preço alto para a sociedade, especialmente para as camadas mais pobres, que viram leis federais roubarem o controle de seus próprios corpos e capturá-los, muitas vezes involuntariamente, para que fizessem parte de experimentos considerados suspeitos.
Essa área estimulou o surgimento do mercado de cadáveres, que passou a agir em diversas áreas da Inglaterra e a negociar com asilos, hospitais, sanatórios e outras instituições. Com o tempo, a necessidade de dinheiro e a possibilidade de trocar corpos mortos por sustento levou a sociedade a realizar feitos abomináveis.